quinta-feira, 22 de julho de 2010

Numa esquina, num lugar comum


Eu sentia que não deveria olhar pra trás, mas olhei. E foi aí que vi e tive certeza do que era.
Congelei mais uma vez.
O menino que já estava um pouco a minha frente voltou pra me buscar. As pessoas na rua nos olhavam como se estivéssemos brigando de pega-pega. Não sei como não viam aquela "coisa", não sei como eu via aquela coisa, porque pra mim, não existia nada do tipo.
No instante em que o garoto encostou em mim, um táxi desgovernado encostou assustadoramente do nosso lado. Havia uma menina de cara bizarra dentro.
- CARALHO! (n/a: leia esse xingamento como o Felipe Melo falaria em seus vídeos) - eu disse antes de ser empurrada pra dentro.

O carro acelerou.

- Ok, aquilo era um cen-centimano e agora eu estou desobedecendo a lei principal da minha mãe. - Ah, claro, a gente tá em um táxi sendo dirigido por uma menina de 12 anos e você tá se preocupando com a porra da lei da sua mãe? - ele disse aumentando seu tom de voz.
- Na verdade, eu tenho 43. - A menina disse algo pela primeira vez.

Nós olhamos com os olhos arregalados pra ela.

Parte I; Parte II

Gente, to afim de parar de postar essa história aqui. Quero postar numa
comunidade, em um site, sei lá. Acho que fica meio desorganizado aqui. E,
tirando no meu quarto, eu DE-TES-TO desorganização. O que vocês acham?
Até depois com minha pauta de comédia pra OUAT, hihi. Torçam pra mim na gincana, gente!

Um comentário:

Iana Ferreira disse...

Estou lendo as outras partes , to amando o conto. Se você for postar em algum outro lugar avise aqui que eu vou acompanhar !

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